quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Teatro: Meninas da Noite.




Meninas da Noite é um livro do jornalista Gilberto Dimenstein. Fala de meninas consideradas escravas da região Norte e Nordeste do país. Dimenstein viajou durante seis meses pelo Norte e Nordeste do Brasil, procurando lugares onde meninas eram escravizadas sexualmente ou quase mantidas em cativeiro. Um ótimo livro que retrata a terrível realidade do Brasil.


Estou disponibilizando aqui o texto que escrevi baseado nesse livro para o teatro de ontem...
Enjoy! :)


1º Ato
A luz vai estar baixa, escondendo o cenário que terá a parede coberta por TNT branco com desenhos de janelas desgastadas. Á esquerda do palco vai haver cadeiras e mesas junto há um globo de luz. Á direita, uma cama e uma escrivaninha, representando um quarto de motel barato.As mesas vão ser ocupadas por garotos bebendo cerveja e conversando, mas não será emitido som algum. As dançarias estarão espalhadas pelo palco: Uma encostada na parede com um cigarro na mão, um grupo conversando entre si e outro conversando com os garotos.Uma figura vestida preto entra no palco. Ela vai estar toda vestida e maquiada de preto! Usara também um capaz. No casa, essa pessoa representará a morte.
Morte: –(diz imitando o cafetão) “ Venham! Venham! Aproximem-se cavalheiros! Embriaguem-se com a melhor cerveja dessa cidade e droguem-se com as melhores garotas do bairro!” (balança a cabeça negativamente, rindo cínica.) – E é assim toda santa noite... Um copo de cerveja, uma conversa ali e aquela (aponta para os homens atrás dela) e mais uma inocência sendo vendida por uma miséria! Tudo para conseguir sobreviver, mas cá entre nós, em pouco tempo suas almas estarão em minhas mãos. É sempre assim... Uma prisão sem grades! Um labirinto que a cada dia fica mais complexo e difícil de escapar. Pois é, vejam como tudo no mundo roda em torno do dinheiro e da ganância... (expressão pensativa) Uma curiosidade: O ser humano me intriga mais a cada dia que passa e, quando eu penso tê-lo entendido, ele me surpreende... (sorri cínica) Ah, antes que eu me esqueça, eu sou a Morte, prazer. (se abaixa, como se estivesse se apresentado á algum rei.) E eu tenho hoje uma historia para lhes contar. Fiquem á vontade e um ótimo espetáculo.
A morte se senta em uma das cadeiras vazias e fica observando como se fosse um fantasma.A dançarinas se colocam na posição. Elas dançam a coreografia como se dançassem para os homens do bar. Enquanto, os últimos citados observam a dança com expressões maliciosas em seus rostos.
Sugestões de músicas: The Dope Show (Marilyn Manson), Stripper (Soho Dolls), Stripper Friends (Tila Tequila).As garotas terminam de dançar e vão conversar com os garotos. Amanda: (vai em direção á um garoto, mas desmaia que é segurada pelo mesmo.)
Cafetão: (Entra em cena com raiva e agarra a protagonista pelo braço, sacudindo Amanda até ela acordar.) –Garota, eu não te pago pra isso! (a puxa pelos braços, jogando Amanda no chão do canto direito do palco.)
Amanda: (chorando ainda meio tonta) – Me desculpa, é falta da heroína.
Cafetão: (pega a orelha de Amanda, levantando-a do chão) –Heroína é o teu pai, mulher! Se eu te ver desmaiando por ai de novo vão haver conseqüências!
Amanda: (concorda com a cabeça)
Cafetão: (Solta a orelha da menina e cospe em seus rosto) (Sai de cena)
Amanda: (caí no chão chorando com as mãos no rosto.)As luzes são apagadas, deixando somente uma luz focada em Amanda que ainda esta estirada no chão. Os garotos e as outras prostitutas saem de cena enquanto ainda estiver escuro.
Amanda: (olha pros lados, desconfiada. Se arrasta até a escrivaninha e abre a gaveta tirando de lá um pacotinho de Heroína) – Ele continua guardando no mesmo lugar de sempre (limpa seu rosto, sorrindo ao ver a droga em suas mãos.) Amanda tira um elástico de seus bolsos, junto á um isqueiro, uma colher e uma seringa desgastada. Ela amarra o elástico em seu braço e coloca o isqueiro por baixo da colher, como se esquentasse a heroína.
Morte: (entra no palco novamente dizendo) – Ah, Vícios! Ruim com eles, pior sem eles. Foi uma das primeiras coisas que aprendi observando os humanos. Drogas, Álcool, Ilusões de uma vida melhor... O mundo é um grande abrigo de vícios e viciados. Ah, o nosso adorável Mundo Cão: Injustiças, abusos, desilusões, mentiras, hipocrisia, violência... Um mundo aonde você, você talvez foi vendido pelo próprio pai, como aconteceu com Amanda (apontada para a garota atrás dela), um mundo aonde você não tem mais chances ou, simplesmente perdeu a fé e não sabe mais em que acreditar.
Amanda: (começar a ter uma Bad Trip e á tremer.) (Quando a morte já esta andando até ela a garota para de tremer e morre de olhos abertos)
Morte: (Caminha até Amanda e se ajoelha, fechando seus olhos) (A morte levanta novamente, dizendo) – Todo fim contém um começo, mas nem sempre esse começo possui um fim digno. A vida é assim para certas pessoas... Suja e Apocalíptica. E essas pessoas têm que viver como estátuas para sobreviver: Frias e sem sentimentos a não ser consigam se acostumar a chorar gotas de sangue.As cortinas se fecham e o cenário é arrumado para o 2º ato.

2º Ato
Os homens voltam a conversar no bar no canto esquerdo do palco e o quarto de motel vira o quarto da próxima protagonista, Anna.Serão adicionados um tapete, bichinhos de pelúcia em cima da cama e um porta-retrato sob a escrivaninha. As cortinas se abrem com Anna e seu pai conversando animadamente em cima da cama. Enquanto os rapazes do privê cantam as prostitutas e conversam animadamente com as mesmas.A morte está encostada na parede do palco, entre os dois cenários, como se fizesse uma comparação entre ambas as situações.
Morte: - Pai, figura materna. Alguém que sempre visamos poder confiar e amar... (sorri cínica) Mas alguns se rendem á ingenuidade e esquecem que, nesse mundo, não se pode confiar em ninguém. (pausa) Sonhos podem ser destruídos tão facilmente... Basta juntar um pouco de propósito e desgosto para sentir seu coração tornando-se cinza e cada vez mais pesado. Alguns não respeitam o próprio sangue, quanto mais respeitar os sonhos? (se senta na berada do palco, como se também assistisse o teatro)
Pai: (coloca uma mão na cocha de Anna) – Você é muito linda, sabia?
Anna: (olha confusa para a mão do pai, mas continua) –Ah, obrigada pai.
Pai: (olha nos olhos da filha) – E você sabe que eu te amo, não é?! Você me ama, filha?
Anna: (responde, sorrindo) - Claro pai! Faria qualquer coisa por você!
Pai: - Mesmo?
Anna: (balança a cabeça positivamente) – Aham.
Pai: (deita Anna na cama e se deita ao lado da mesma acariciando os cabelos da filha) – Então dorme comigo.
Anna: (arregala os olhos e se levanta rapidamente)
Pai: (puxa Anna pela cintura, tentando tirar sua roupa)
Anna: (se debate e grita) – Mãe! Mãe! Socorro! Me Ajuda!
Mãe de Anna: (entra em cena correndo e coloca a mão na boca, chocada com a cena que vê. Ela começa a tremer, mas não faz nada, por medo do marido)
Anna: (dá um chute nos países baixos de seu pai e consegue se livrar dele)Ela desce correndo a rampa do palco até chegar na entrada do auditório. Anna se agacha com as mãos na cabeça, como se quisesse tirar as cenas de sua cabeça.
Anna: (pega seu celular no bolso e olha as horas) – 1 da manha, eles já devem estar dormindo. (suspira e volta andando pro palco, pegando sua mochila debaixo da cama e caminhado até o cabaré.)
Homem sentado em uma das mesas: (aponta para Anna dizendo) – Carne fresca, pessoal!
Anna: (abaixa a cabeça e pergunta a uma menina encostada na parede) – Onde eu posso encontrar a Amanda?
Garota: (tragou o cigarro, rindo) – Jogada em um rio qualquer.
Anna: (surpresa) – Co-Co-Como assim? Garota: (indiferente) – Ela esta morta, querida. Como amanhã eu, provavelmente, estarei. (jogou o cigarro no chão e pisou, saindo de cena)
Anna: (senta e começa a chorar, se lamentando) – Porque você tinha que me abandonar Amanda? Você era a única que eu tinha! Você prometeu nunca me deixar, lembra?
Cafetão: (passa cumprimento alguns homens e vê Anna encolhida no chão) – O que foi criança? Veio atrás de emprego? (afagou os cabelos de Anna com um sorriso malicioso no rosto)
Anna: (levanta o rosto, olhando pro cafetão) – Hmm.. claro. Eu não tenho pra onde ir mesmo, então acho que isso é um sim.
As cortinas se fecham para o 3º ato.

3º Ato
O cabaré se espalha para todo o palco. Agora as mesas estão em ambos os cantos do palco, deixando o meio vazio aonde será colocado alguma um tablado e um microfone como se fosse um pequeno palco.No fundo, se possível, colocar para tocar a música Girls Girls Girls da banda Motley Crue para dar o clima mais adequado e deixar a luz fraca.
Cafetão: (sobe no palco, passando a mão pela cintura de Anna) – Carne novinha, quem der mais, leva!
Anna: (com short ou saia e blusinha; assustada)
Cafetão: - 10,00, alguém?
Homen1: (se levantando) – 20,00!
Homen2: - Dou 35 e uns trocados.
Homen3: - 50,99
Cafetão: - 70,00? Alguém?
Homen1: - 70,00!
Cafetão: Alguém dá mais? Dé-lhe uma, dá-lhe duas... vendida pro cavalheiro da frente.
Homen1: (puxa Anna pela cintura pra fora do palco enquanto os outros o parabenizam)
Morte: (sai da porta do auditório, dizendo) – Sabe, é incrível como algumas pessoas ainda tem a ousadia de me perguntar se vão pro céu ou pro inferno. Minha resposta é sempre a mesma: “Não se preocupe, pois se fores pro inferno não fará a mínima diferença já que viveu tanto tempo nesse mundo de insanos.” Eles sempre concordam porque já estão mortos mesmo e admitir que fizeram esse inferno esquentar mais e mais não ia fazer muita diferença. (pausa) O mundo gira em torno de escolhas: aveia ou cereal, avenidas ou ruas, beijá-la ou não... Nós fazemos escolhas e vivemos com as conseqüências. Resta-nos termos a atitude de mudar a vida para melhor. Não só as nossas vidas, mas também as dessas garotas que, virão chances passarem por seus olhos, mas não conseguiram agarrá-las...

A morte entra no camarim e as dançarinas encerram o teatro com a coleografia da música Num Labirinto do cantor Jay Vaquer.
Todos voltam para agradecer e o teatro é encerrando.


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Arte Floral





E eu achando que eram cachorrinhos de verdade...


segunda-feira, 10 de novembro de 2008

domingo, 9 de novembro de 2008

let's talk about music...



Músicas estranhas ou, se preferir, fora do contesto pop e da media. Músicas que nem todos se sentem confortáveis em escutar... letras que falam sobre revenche, assassinatos e até mesmo estupros. Músicas alternativas! (E artistas inovadores...)


1) Irmãzinha do Chuck (no bom sentido, claro.)
A ex-queridinha da Disney Skye Sweetnam volta com o seu novo CD, o Sound Soldier com uma batida mais rock e letras, digamos, mais loucas. De guarda-roupa novo (vestido e blusas maravilhosas!), mechas rosas no cabelo e seu estilo inconfudível de fazer música ela continua surpreendendo muita gente. Uma dos motivos foi sua música "Baby Doll Gone Wrong", onde ela diz ser uma nova raça de bonecas que vem acompanhada de um faca, tutu (saias de bailarinas) e ainda completa: "Ela irá lutar por sua vida/ Mas será você quem morrerá/ Surpresa, surpresa!"

Assista o Clipe de Baby Doll Gone Wrong:






2) Serial Killer's
A banda de Post-Hardcore norte-americana, From First To Last (FFTL) sempre compôs músicas de letras e melodias agressivas mas o single "Ride The Wings Of Pestilence" se superou nesse ponto. Seu ritmo é agonizante e a letra descreve um perfeito assissinato, consequência de uma enorme angustia e sede de vingança: "eu tenho sonhado com você/ numa piscina do seu próprio sangue/ com os seus olhos arrancados/ pelo trabalho dos meus dedos/ o cheiro das suas vísceras/ vindo de baixo do chão/ o perfume perfeito/ para acertar as contas"

Assista o clipe de Ride The Wings Of Pestilence:




3) Prazer, Morte... Vingança!
Sexo, drogas e rock'n roll é a primeira coisa que vem á sua cabeça quando você escuta Avenged Sevenfold (A7X). Com um solo de guitarra viciante, uma bateria de dar inveja e letra que não saí da sua cabeça, "Scream" diz que o instinto do ser humano é matar e que nós não vamos parar de destruir até que isso não nos dê mais prazer. "Capturado nessa loucura, cego demais para ver/ Sentimentos animais despertaram em mim/ Levaram meu senso e eu perdi o controle/ Eu provarei do seu sangue esta noite" Ouça Scream:




4)
Virginia Tech
Lembram-se daquele estudande coreano que invadiu uma faculdade atirando no povão todo? Oks, vocês se lembram. Agora imaginem colocar todos os pensamentos dele em uma música. "Fifth Period" da banda Leathermouth conta a história de um garoto que foi maltratado no colégio e, quando não aguenta mais, pega a 45. do pai e mata todos: "Até que eu abri a porta do ginásio/Você deveria ter visto aqueles malditos correrem/Eu enxi o pente de balas, e coloquei algumas em suas costas/Eu finalmente encontrei meu sorriso, é puro e manchado de sangue/Quem é o puto agora?/Eu pintarei os armários com seu cérebro/(...)Nada pode levar embora a dor no meu coração/Mas seu sangue nas minhas mãos, bem, pelo menos é um começo"

Assista uma apresentação ao vivo de Fifth Period:
(Muito boa por sinal.)


5) Cirurgia arriscada
Você já deve ter escutado essas música no filme Mean Girls (Meninas Malvadas), mas nunca prestado atenção na letra. Okay, essas é a hora: "Isso me parece tão estranho / Procure na carteira pelo nome dele/ Seu rosto está na sujeira/ Acho que o ziper dele está preso/ Ele é perfeito pra mim/ Para fazer a cirurgia/ Quando o sangue coagular/ É hora de operar/ Continue / (...)Ele não está morto, ele está vivo/Vejo os olhos dele indo pra trás da cabeça/Vamos levá-lo para casa/Acho que o ouvi gemendo/Segure-o ou ele vai cair/Continue andando/Você pode dizer que está acabado, mas sei que não consegue fingir/Eu consigo!" Preciso falar mais alguma coisa? Oks, preciso sim, a música se chama Operate e é da dupla Peaches.

Assista o clipe de Operate:

Estão aí, 5 músicas á mais pro seu IPod :D
(ou não) '-'

xoxo,

Nikki.


terça-feira, 9 de setembro de 2008

A Vida;

Quando acordar desse pesadelo, responda-me:
Como você está?
Como está a sua vida?
Acho que você se esqueceu aonde deixou seu coração...
Pois é, é incrível como você faz de tudo pra me mostrar o que é o amor
mas, na verdade, nem você sabe o que, realmente, o amor é.
E não é culpa sua se ninguém gosta de falar sobre isso.
É indesejável, desnecessário.
Uma vez me disseram que é difícil achar anjos no inferno.
E eu acreditei, até te encontrar.
Mas acho que todos os meus pensamentos foram ilusórios.
E eu sei que é difícil de respirar,
mas não se preucupe,
As cicatrizes vão sumir com o tempo
E as luzes no final do tunel são somente um pretexto para chegar até lá.

(Poema pro JECI 2008)

.

sábado, 6 de setembro de 2008

Dear... hmm.. Kitty (?)

Sabe, estou me sentindo estranha esses dias. É como se tudo que eu fizesse perdesse a graça, a devida cor e brilho. Parece que meu cotidiano me mata a casa semana que passa... Segunda, 3ª, Quarta (...), 6ª eu durmo a tarde inteira e sábado as garotas me obrigam a sair. Domingo é normal, fico o dia inteiro no PC lendo alguma fiction até que anoitece e.. humm.. chega aquela "depressão" de mais uma semana vazia pra vir.
Igual o Fisk, posso ir pra lá SUPER! Mas quando chego lá entro em desespero. Agonia me consome de um jeito incrivelmente rápido e assustador. E, raramente, saio de lá sem chorar.
Mas, cá entre nós: Qual é o objetivo da vida?
Ela me parece mais é um jogo de PS2 que não tem fim, só Game Over.
E, quando você recebe essa tão odiada (ás vezes até esperada) frase tudo o que você conseguiu, tudo o que você conquistou se vai. Ninguém mais vai se lembrar de você, das coisas que você fez.. muito menos você...

Então.. alguém pode me respoder?
xoxo,

Nikki.
.

domingo, 31 de agosto de 2008

A Secret Is Out.


Título: A secret is out.
Autora: Natália Carvalho.
Fandom: 30 seconds to mars.
Ship: Shannon Leto e Jared Leto.
POV: 3ª pessoa.
Gênero: Slash; OOC.
Censura: PG-13.
Capítulos: Um.
Beta - reader: Yo + World
Teaser: "Fitaram ambas as íris, tirando conclusões de que azul e castanho eram a combinação perfeita.Jared passou as mãos pela cintura do irmão, fechando a porta atrás do mesmo.
- Só? – Sussurrou no ouvido do irmão, fazendo-o estremecer."




- Just a photography...

Fechou os olhos, passando os ásperos dedos pelas cordas do violão. O belo par de olhos azuis brincava de esconde-esconde com as mechas de cabelo que teimavam em cair no seu ombro. Suspirou, tentando achar alguma inspiração dentro de si. Qualquer coisa...

- Porra Jared, eu já te falei....

O garoto soltou o violão e abriu os olhos, fitando o irmão parado na porta do quarto. Riu. Parecia que toda a raiva da frase anterior tinha sido lavada em instantes.Primeiramente, observou que o rosto do mais velho. Estava mais radiante do que nunca, combinando com os olhos cor de mel, que hoje possuíam um brilho diferente. E a boca... Ah, aquela boca! Estava entreaberta, como se algum som quisesse passar por aqueles lábios avermelhados.

- Que foi, Shan? – O mais novo perguntou, tentando fazer o irmão voltar á órbita.
Desde pequenos, Shannon via o irmão com olhos diferentes. E, vamos admitir, Jared sabia e até gostava. Mas assumir incesto numa família de católicos extremos? Suicídio!

- Nada, eu só... – Respondeu, com um visível nervosismo.

- Só? – Jared se levando da cama, se aproximando do outro em passos agonizantes. Estavam tão pertos que podiam sentir a respiração um do outro. Fitaram ambas as íris, tirando conclusões de que azul e castanho eram a combinação perfeita.

Jared passou as mãos pela cintura do irmão, fechando a porta atrás do mesmo.

- Só? – Sussurrou no ouvido do irmão, fazendo-o estremecer.

Os olhos do mais velho estavam pesados, mas não ousavam piscar.O sono que se abrigasse em outro lugar qualquer. Seria agora!Shannon agarrou o pescoço do outro, trazendo-o mais perto e tocando seus lábios.Sentiu a pele do irmão, relembrando as noites em que não conseguia dormir com medo de sonhar com Jared. Ás vezes em que temia em ter seu coração morto e afundado como um peso. Ele, realmente, não agüentava mais guardar aquele sentimento.

Os dois já ofegavam.E, após tropeçarem três vezes nas roupas caídas no chão, finalmente conseguiram chegar á cama.

As lâminas do ventilador giravam, mas o ar nunca esfriava.Ambos suavam, sujando o lençol recém lavado.Os corações, já acelerados, batiam juntos produzindo uma música inaudível para ambos ouvidos. Mas, cá entre nós, quem ia prestar atenção em algum tipo de som num momento desses?!Bom, os dois não.

Estavam juntos e, pela primeira vez, não se importavam com as conseqüências que viriam porque, dessa vez, estavam juntos!

domingo, 18 de maio de 2008

(Start of Something New)


What's up guys?
Eu estou bem, obrigada.
Só um pouco sumida por conta da escola.
Mas é necessário, neah?!
Poe favor, falem que é! x-x
Whaever, vamos atualizar as notícias...

Eu e Fanny estamos bege, rosa, manchadas de zebrinha, oncinha, xadrez e todas as estampas fashion existentes!
É, é.. Carmit
não é mais uma Pussycat Doll !
Por que? Ah, ta.. a gravadora vai muito dar a notícia de que as super-amigas PCD se separaram por uma briguinha qualquer. (sem insinuar que esse foi o motivo oks?! Só é o mais provável)

+ News
- Vou pra SP quarta-feira!
- Girlicious não é tão ruim (é, a banda já esta formada)
- Festa da Mahh ontem
- Estou escrevendo uma Letocest
-
E.. não! Não sei se vou posta-la.


ps;
Post colorido em homenangem á proxima PCD, Fanny
XOXO;

sábado, 19 de abril de 2008

Say It To Believe!



Foi só um sonho? É o que me pergunto até hoje...

Eu e você em uma fotografia. Sabe, isso não prova nada!

E eu até tentei apagar minhas memórias junto com esses mil "ontens" queimados, mas não deu muito certo.

Queria acreditar que tudo foi falso. Uma ilusão, que nada aconteceu entre nós.

Mas seus olhos invadem minha mente e percebo que não tenho mais forças para pensar ou viver.

A vida é fascinante, não?!

Você faz de tudo para decifrá-la e, quando você acha ter conseguido, ela te passa a perna.

Conclusão final: Pra que tentar se nada é para sempre?

quinta-feira, 27 de março de 2008

(Let It Bleed)


Ano passado, no aniversário da minha mãe, fiz uma surpresa pra ela: apareci no trabalho dela pra dar os parabéns e comer salgadinhos, claro(!). Foi legal, tinha acabado de ganhar meu mp4. Tudo é legal quando se acaba de ganhar um desses novos brinquedinhos eletrônicos.
Um estagiário, até fofinho, veio me paquerar. E hoje, descubro que ele vai morrer em poucos dias, entranho não?!

Pois é.
Ele tinha ido há vários médicos, várias vezes. Só que nenhum deles pediu exame.
"É só uma dorzinha"
"É gás"
Pronto, davam remédio e se livravam de mais um paciente.
Parabéns Brasil, menos um.

Hoje minha mãe me levou á um barzinho aqui perto, pra distrair sabe?! Ainda estou meio mórbida pela prova de química. A gente veio conversando no carro e ela me disse nessas palavras:
"Sabe, a gente vê acidente de avião, morrem muitos e a gente nem liga. Nós, mães, imaginamos se fossem nossos filhos no lugar."
Estremeci, admito.
Pensei em como fazemos escândalo e ficamos tristes por pequenas coisas.
Chega a ser decadente.

Já espero meus ouvidos serem preenchidos pela noticia de sua morte.
Não chegou aos 20 anos, morto por câncer.
É triste, estranho, é a realidade...

quarta-feira, 26 de março de 2008

Goodnight Neverland

Avatars / IconsAvatars / IconsAvatars / Icons

Feche os olhos.
Imagine voltar em um tempo que você, talvez, não teve a infelicidade de presenciar e, por favor, pense na possibilidade de existirem monstros embaixo da cama.
Só não diga isso a ninguém.
Dizem que, segredos não fazem amigos, mas eles podem ser arrancados de você e fazê-lo definhar até que seu corpo não possua mais vida. Até o momento em que você não poderá ver mais nada, alem de rachaduras.
A terra do nunca não existe, fato.
Mas ainda não perdi a esperança.
Eu continuo esperando que esse mundo pare de odiar.
Sonho, uma desculpa estúpida. Só não consigo achar outra melhor.
Eu era só uma criança tentando voar, até que você quebrou minhas asas.
E eu continuo esperando para ver até onde isso vai me levar...

Hey, hey, hey!

Avatars / Icons Hi guys!
Eu, realmente, não sei o que dizer no primeiro post.
Um epílogo? Gosh, sou imprevisivel até pra mim!
IMPOSSIVEL!
Só espero que vocês me escutem, ou leiam. Whatever...
Bem(?)-vindos queridos! haha (6)

xoxo